quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Simbiose entre ciência e esporte na Rio 2016

A Olimpíada do Rio de Janeiro foi um grande sucesso!
Era grande a apreensão frente a tantos desafios que um evento como este impõe. Acredito que os maiores receios estavam em lidar com os conflitos locais que a nossa cidade vive diariamente, e com o mais sombrio, os possíveis ataques terroristas que nos últimos tempos o mundo se depara. Mas, como somos um povo muito abençoado, tudo correu na mais perfeita ordem, nossa população soube receber os turistas com muito respeito e hospitalidade.

Pude vivenciar uma cidade em festa, cosmopolita, inclusiva, onde turistas de todas as partes do mundo participavam com liberdade de torcer pelo seu país, seja nas arenas, seja nas ruas, por onde as provas esportivas aconteciam. Realmente foram dias fantásticos!

Como fã de vários esportes, e tema de minha pesquisa, que é o estudo da interdisciplinaridade entre o esporte e a ciência física, mantive-me atenta aos jogos e as diversas disputas das inúmeras modalidades, o que diga-se de passagem foi tarefa quase impossível, frente a tantas provas que aconteceram. 

Fiz várias anotações sobre as disputas, meu interesse não foi exclusivamente registrar os vencedores, suas marcas ou as quebra de recordes, mas, principalmente, meu olhar procurou perceber em quais pontos a ciência e o esporte colaboram na efetivação dos lances espetaculares e na construção dos grandes atletas. 

A nossa Olimpíada foi também palco da indústria tecnológica, especialmente, as digitais. Nos últimos posters eu apresentei algumas inovações tecnológicas que estavam em teste nos eventos pré-olímpicos, mas nem todas foram incorporadas, como foi o caso das redes com leds no volei de praia e quadra. Dando continuidade a programação, semana que vem começa a Paralimpíada do Rio 2016, e eu imagino que muito mais há por vir e nos surpreender.


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